Por padrão, a campanha do quilo inicia-se às 08hs, realiza-se uma reunião preparatória de 30 min. Segue-se a parte prática, nas ruas. Às 11 hs os trabalhadores deverão encerrar as atividades na praça pública e retornar à instituição que promove a campanha do quilo.
Necessário lembrar que, encerrados os pedidos, a campanha ainda não está encerrada. É necessário contar o dinheiro arrecadado, pesar os gêneros e material recolhido, consignar em ata, ou formulário distribuído pela Fraternidade do Quilo e enviar o produto da arrecadação com o formulário preenchido e assinado para a instituição beneficiada. Esse encerramento será motivo de detalhamento em próximo artigo.
Como dizíamos às 11hs os trabalhadores retornam à instituição patrocinadora. Todos deverão retornar para avaliar a arrecadação e fazer a prece final. Durante o retorno observa-se que muitas pessoas carregam pesos às vezes quase que insuportáveis; outros têm problemas de saúde. Por isso, alguns solicitam a ajuda dos companheiros.
Antes mesmo que os mais velhos e portadores de algum problema físico solicite, deve-se oferecer ajuda aos amigos sobrecarrecados. Havendo um automóvel que esteja disponível para levar o material recolhido, todos devem depositar no referido automóvel a arrecadação e rumarem para a instituição.
Deve-se evitar conversas paralelas e, até às 11hs todos devem manter-se empenhados no trabalho, pode-se continuar pedindo nas casas ou mesmo aos transeuntes. É preciso aproveitar o tempo disponível, se deixarmos de abordar alguém, corremos o risco de não assistir pessoas necessitadas de uma mensagem e de exemplificação do bem; poderemos perder belíssimas oportunidades de ajudar o próximo em nome de Jesus. Lembremos que os contribuintes da campanha são muito beneficiados do ponto de vista espiritual, pois realizam um belo ato de caridade e de desprendimento.
Destina-se a divulgar a filosofia e o movimento da campanha do quilo.
domingo, 15 de abril de 2012
terça-feira, 10 de abril de 2012
Aborto Criminoso
- Reconhecendo-se que os crimes do aborto provocada criminosamente surgem, em esmagadora maioria, nas classes mais responsáveis da comunidade terrestre, como identificar o trabalho expiatório que lhes diz respeito, se passam quase totalmente despercebidas da justiça humana?
Temos no Plano Terrestre cada povo com o seu código penal apropriado à evolução em que se encontra; mas, considerando o Universo em sua totalidade como Reino Divino, vamos encontrar o Bem do Criador para todas as criaturas, como Lei básica, cujas transgressões deliberadas são corrigidas no próprio infrator, com o objetivo natural de conseguir-se, em cada círculo de trabalho no Campo Cósmico, o máximo de equilíbrio o com respeito máximo aos direitos alheios, dentro da mínima pena.
Atendendo-se, no entanto, a que a Justiça Perfeita se eleva, indefectível, sobre o Perfeito Amor, no hausto de Deus "em nos que movemos e existimos", toda reparação, perante a Lei básica a que nos reportamos, se realiza em termos de vida eterna e não segundo a vida fragmentária que conhecemos na encarnação humana, porqüanto, uma existência pode estar repleta de acertos e desacertos, méritos e deméritos e a Misericórdia do Senhor preceitua, não que o delinqüente seja flagelado, com extensão indiscriminada de dor expiatória, o que seria volúpia de castigar nos tribunais do destino, invariavelmente regidos pela Eqüidade Soberana, mas sim que o mal seja suprimido de suas vítimas, com a possível redução do sofrimento.
Desse modo, segundo o princípio universal do Direito Cósmico a expressar-se, claro, no ensinamento de Jesus que manda conferir "a cada um de acordo com as próprias obras", arquivamos em nós as raízes do mal que acalentamos para extirpá-las à custa do esforço próprio, em companhia daqueles que se no afinem à faixa de culpa, com os quais, perante a Justiça Eterna, os nossos débitos jazem associados.
Em face de semelhantes fundamentos, certa romagem na carne, entremeada de créditos e dívidas, pode terminar com aparências de regularidade irrepreensível para a alma que desencarna, sob o apreço dos que lhe comungam a experiência, seguindo-se de outra em que essa mesma criatura assuma a empreitada do resgate próprio, suportando nos ombros as conseqüências das culpas contraídas diante de Deus e de si mesma, a fim de reabilitar-se ante a Harmonia Divina, caminhando, assim, transitoriamente, ao lado de Espíritos incursos em regeneração da mesma espécie.
É dessa forma que a mulher e o homem, acumpliciados nas ocorrências do aborto delituoso, mas principalmente a mulher, cujo grau de responsabilidade nas faltas dessa natureza é muito maior, à frente da vida que ela prometeu honrar com nobreza, na maternidade sublime, desajustam as energias psicossomáticas, com mais penetrante desequilíbrio do centro genésico, implantando nos tecidos da própria alma a sementeira de males que frutescerão, mais tarde, em regime de produção a tempo certo. Isso ocorre não somente porque o remorso se lhes entranhe no ser, à feição de víbora magnética, mas também porque assimilam, inevitavelmente, as vibrações de angústia e desespero e, por vezes, de revolta e vingança dos Espíritos que a Lei lhes reservara para filhos do próprio sangue, na obra de restauração do destino.
No homem, o resultado dessas ações aparece, quase sempre, em existência imediata àquela na qual se envolveu em compromissos desse jaez, na forma de moléstias testiculares, disendocrinias diversas, distúrbios mentais, com evidente obsessão por parte de forças invisíveis emanadas de entidades retardatárias que ainda encontram dificuldade para exculpar-lhes a deserção.
Nas mulheres, as derivações surgem extremamente mais graves. O aborto provocado, sem necessidade terapêutica, revela-se matematicamente seguido por choques traumáticos no corpo espiritual, tantas vezes quantas se repetir o delito de lesa-maternidade, mergulhando as mulheres que o perpetram em angústias indefiníveis, além da morte, de vez que, por mais extensas se lhes façam as gratificações e os obséquios dos Espíritos Amigos e Benfeitores que lhes recordam as qualidades elogiáveis, mais se sentem diminuídas moralmente em si mesmas, com o centro genésico desordenado e infeliz, assim como alguém indebitamente admitido num festim brilhante, carregando uma chaga que a todo instante se denuncia.
Dessarte, ressurgem na vida física, externando gradativamente, na tessitura celular de que se revestem, a disfunção que podemos nomear como sendo a miopraxia do centro genésico atonizado, padecendo, logo que reconduzidas ao curso da maternidade terrestre, as toxemias da gestação. Dilapidado o equilíbrio do centro referido, as células ciliadas, mucíparas e intercalares não dispõem da força precisa na mucosa tubária para a condução do óvulo na trajetória endossalpingeana, nem para alimentá-lo no impulso da migração por deficiência hormonal do ovário, determinando não apenas os fenômenos da prenhez ectópica ou localização heterotópica do ovo, mas também certas síndromes hemorrágicos de suma importância, decorrentes da nidação do ovo fora do endométrio ortotópico, ainda mesmo quando já esteja acomodado na concha uterina, trazendo habitualmente os embaraços da placentação baixa ou a placenta prévia hemorragipara que constituem, na parturição, verdadeiro suplício para as mulheres portadoras do órgão germinal em desajuste.
Enqüadradas na arritmia do centro genésico, outras alterações orgânicas aparecem, flagelando a vida feminina como sejam o descolamento da placenta eutópica, por hiperatividade histolítica da vilosidade corial; a hipocinesia uterina, favorecendo a germicultura do estreptococo ou do gonococo, depois das crises endometríticas puerperais; a salpingite tubercuksa; a degeneração cística do córto; a salpingooforite, em que o edema e o exsudato fibrinoso provocam a aderência das pregas da mucosa tubária, preparando campo propício às grandes inflamações anexiais, em que o ovário e a trompa experimentam a formação de tumores purulentos que os identificam no mesmo processo de desagregação; os síndromes circulatórios da gravidez aparentemente normal, quando a mulher, no pretérito, viciou também o centro cardíaco, em conseqüência do aborto calculado e seguido por disritmia das forças psicossomáticas que regulam o eixo elétrico do coração, ressentindo-se, como resultado, na nova encarnação e em pleno surto de gravidez, da miopraxia do aparelho cardiovascular, com aumento da carga plasmática na corrente sangüínea, por deficiência no orçamento hormonal, daí resultando graves problemas da cardiopatia conseqüente.
Temos ainda a considerar que a mulher sintonizada com os deveres da maternidade na primeira ou, às vezes, até na segunda gestação, quando descamba para o aborto criminoso, na geração dos filhos posteriores, inocula automaticamente no centro genésico e no centro esplênico do corpo espiritual as causas sutis de desequilíbrio recôndito, a se lhe evidenciarem na existência próxima pela vasta acumulação do antígeno que lhe imporá as divergências sangüíneas com que asfixia, gradativamente, através da hemólise, o rebento de amor que alberga carinhosamente no próprio seio, a partir da segunda ou terceira gestação, porque as enfermidades do corpo humano, como reflexos das depressões profundas da alma, ocorrem dentro de justos períodos etários.
Além dos sintomas que abordamos em sintética digressão na etiopatogenia das moléstias do órgão genital da mulher, surpreenderemos largo capítulo a ponderar no campo nervoso, à face da hiperexcitação do centro cerebral, com inquietantes modificações da personalidade, a ralarem, muitas vezes, no martirológio da obsessão, devendo-se ainda salientar o caráter doloroso dos efeitos espirituais do aborto criminoso, para os ginecologistas e obstetras delinqüentes.
- Para melhorar a própria situação, que deve fazer a mulher que se reconhece, na atualidade, com dívidas no aborto provocado, antecipando-se, desde agora, no trabalho da sua própria melhoria moral, antes que a próxima existência lhe imponha as aflições regenerativas?
- Sabemos que é possível renovar o destino todos os dias.
Quem ontem abandonou os próprios filhos pode hoje afeiçoar-se aos filhos alheios, necessitados de carinho e abnegação.
O próprio Evangelho do Senhor, na palavra do Apóstolo Pedro, advertenos quanto à necessidade de cultivarmos ardente caridade uns para com os outros, porque a caridade cobre a multidão de nossos males (1a. Epístola à Pedro, capítulo 4, versículo 8).
XAVIER, Francisco Cândido; VIEIRA, Waldo. Evolução em Dois Mundos. Pelo Espírito André Luiz. FEB. Capítulo 34
Pode-se concluir que a prática contínua e persistente do bem, o amparo às crianças necessitadas, a ajuda a orfanatos, creches e famílias pobres pode amenizar as consciências daqueles que nesta e em outras vidas provocaram o terrível crime do aborto.
segunda-feira, 19 de março de 2012
SUICÍDIO – UMA ANÁLISE ESPÍRITA
Autocídio, ou suicídio – ato de tirar a própria vida. O Espiritismo, que é a ciência que estuda os espíritos, sua origem, evolução, destino bem como os meios de comunicação que estes possuem de comunicar-se com o mundo corporal, com o nosso mundo, nos ensinam como avaliar esse ato.
Espíritos de suicidas têm se comunicado desde os primeiros tempos do Espiritismo. Encontramos manifestações de suicidas na Revista Espírita, no Céu e no Inferno, etc. Além das comunicações propriamente ditas, existem análises doutrinárias sobre o tema em O Livro dos Espíritos e em O Evangelho Segundo o Espiritismo.
Há um trabalho mediúnico particularmente interessante intitulado “Memórias de um Suicida” de autoria de Camilo Castelo Branco e enriquecido com conceitos espíritas pelo filósofo poeta León Denis. Esses autores desencarnados transmitiram essa obra por intermédio da mediunidade de Ivone do Amaral Pereira.
Trata-se, portanto de fontes riquíssimas de informações, de fatos muito bem descritos e, há, inclusive alguns averiguados e cujas descrições contidas nas mensagens mediúnicas foram comprovadas por ulteriores investigações (veja-se, por exemplo em O Céu e o Inferno – Francois Simon Louvet).
Como o Espiritismo vê o suicídio?
Como um enorme crime. Ninguém tem o direito de dispor da própria vida. A nossa existência pertence a Deus; somente o Criador pode tirá-la. As consequências do suicídio, no mundo espiritual são terríveis. A necessidade da vida corporal cortada intempestivamente gera sensações tenebrosas. Em alguns casos, os espíritos sofrem como que uma repercussão do estado corporal, sentem os horrores da decomposição e por vezes a sensação de os vermes roerem a própria carne.
O que pode ser feito para confortar, amenizar os grandes padecimentos dos suicidas?
A melhor atitude que podemos adotar em favor do conforto dos suicidas é a prece. A prece do coração, sentida, profunda, dirigida em nome de Deus, aos suicidas. Dizem os espíritos dos suicidas que a prece é como que um orvalho a suavizar suas aflições. Nas reuniões de mediunidade, por vezes, comunicam-se espíritos suicidas que são confortados por meio da palavra fraterna dos espíritos amigos, bem como da utilização dos recursos fluídicos oferecidos pelos encarnados.
Quais as causas, as motivações do suicídio? Que condições representam maior risco de suicídio?
Allan Kardec, em O Evangelho Segundo o Espiritismo nos ensina que a falta de fé no futuro, na continuidade da vida é uma situação que fragiliza o ser diante das provações e das decepções. Nessa circunstância, o homem se encontra mais exposto a cair na loucura ou no suicídio. Diz o Codificador: “A incredulidade, a simples dúvida sobre o futuro, as ideias materialistas, numa palavra, são os maiores incitantes ao suicídio” - Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap V – nr 16 – 123° edição FEB – Tradução de Guillon Ribeiro.
Análises estatísticas indicam que os transtornos psicológicos, o uso de drogas, de álcool, rede social restrita, acesso aos meios de autodestruição (armas, venenos, etc), comportamento sexual (LBGT, solteiros), ociosidade, representam riscos ao suicídio.
( http://pt.wikipedia.org/wiki/Suicídio ). As obsessões são também fatores importantes de risco.
O que o Espiritismo pode fazer para contribuir com a prevenção do suicídio?
A divulgação do Espiritismo é a melhor forma de prevenir o suicídio. O Espiritismo infunde uma fé sólida aos que se dedicam aos estudos sério e continuado dessa magnífica Doutrina. Além disso, o movimento espírita oferece oportunidades de trabalhos voluntários que fornecem um sentido útil e até mesmo elevado à vida. Na Fraternidade do Quilo, por exemplo há oportunidades de trabalho voluntário como visitas a hospitais, assistência a famílias carentes, trabalhos em favor de creches e lares de idosos. As pessoas que aderem a esses trabalhos passam a usufruírem de uma alegria interior duradoura que conforta e ajuda decisivamente na superação de tristezas e decepções.
Como a campanha do quilo pode atuar no sentido de prevenir e de tratar o suicídio?
A campanha do quilo, constitui-se em um exercício dos ensinos morais do Cristo - por meio da campanha podemos exercitar a humildade, a caridade e o amor ao próximo. A ação de perdir a quem tem para dar a quem falta o necessário, com o sentimento de fraternidade, espalha energias purificadas no ambiente em que atua. Leva bons exemplos e bons fluidos às pessoas, aos lares, aos ambientes públicos, às favelas, aos prédios de apartamentos. Muitos dos que recebem essas influências, são desviados dos atos nefastos do suicídio, pois perseguidores espirituais que, ao longo do tempo adquiriram domínio sobre o pensamento e o sentimento de suas vítimas, adotam a estratégia de convencerem gradualmente; utilizam técnicas de hipnotismo que vão paralisando a razão e o discernimento dos obsidiados ao longo do tempo. As boas influências e as mensagens distribuídas pela campanha do quilo contribuem para reduzir a atuação de espíritos perigosos sobre mentes frágeis.
As mensagens também representam um convite ao estudo do Espiritismo. E a campanha do quilo é a maior estrutura de distribuição de mensagens existente nos dias de hoje. Durante uma campanha do quilo, pode-se distribuir centenas ou mesmo milhares de mensagens. Trata-se de uma ação massiva e muito benéfica.
Além disso, nos trabalhos preparatórios e durante as atividades nas ruas, espíritos sofredores, alguns suicidas, observam as palavras e as atitudes dos legionários, recebem as vibrações de amor, de desinteresse emanadas por essa atividade cristã e sentem importante alívio em seus padecimentos.
Diante de tudo o que foi dito, podemos concluir que a campanha do quilo é um poderoso se não o mais poderoso recuso preventivo contra o suicídio.
domingo, 22 de janeiro de 2012
OPINIÕES, IDÉIAS PARA O MOVIMENTO ESPÍRITA
Que a Paz de Jesus esteja conosco. Meus irmãos, observamos em todos os ambientes de direção do movimento espírita, a exposição de ideias e opiniões, quase todas, se não todas, muito bem intencionadas e que visam algumas vezes à expansão, outras à preservação da qualidade do ensino e do movimento espíritas.
Nesse contexto, ocorrem, algumas vezes, divergências nas posições dos responsáveis pela condução dos trabalhos. Alguns acreditam que ações mais expansivas de divulgação devem ser adotadas imediatamente, outros que o grupo ainda não está apto para certas realizações, acreditam que se deve preparar melhor os recursos.
Posição que precisa ser adotada, com urgência é a firmatura do compromisso de fraternidade e de entendimento entre os responsáveis pela ação consoladora e educativa.
Sugerimos que cada dirigente de instituição, do presidente ao mais humilde cooperador, lembrem-se de Jesus, quando lavou os pés dos discípulos e nos transmitiu a inolvidável lição da Humildade e lecionou: quem quiser ser o primeiro, sirva.
É bem verdade que temos o direito e algumas vezes, o dever de externar nossas opiniões; mas é urgente adotar como princípio que essa opinião, por bem intencionada que seja, ainda que mereça a qualificação de “boa idéia” não é a melhor ideia.
A melhor ideia é aquela construída coletivamente. Que não seja a mais expansiva no momento, a que atinge maior número de pessoas, mas que seja a melhor exequível. O Espiritismo é obra coletiva acima de tudo, lembremos Kardec quando adotou o método da concordância universal do ensino dos espíritos. Lembremos novamente o mestre lionês quando negou ao Espiritismo o título de Kardecismo; não se tratava de doutrina de Kardec, mas de uma coletividade.
Sempre que emitirmos pareceres sobre o destino do movimento espírita, conscientizemo-nos e repitamos em nosso íntimo: “essa me parece uma boa ideia, mas sei que não é a melhor ideia; necessito do concurso dos companheiros de boa vontade encarnados e do aval dos espíritos orientadores”. Esse aval, pode ser obtido por meio da intuição, após preces humildes e votos de submissão à vontade de Deus, e/ou por comunicações ostensivas.
Por outro lado é preciso que os ouvintes, os demais responsáveis pelas decisões, saibam que somos conscientes de que a ideia que externarmos é apenas um tijolo na construção de um movimento espírita melhor e que todos deverão dar suas contribuições.
Recordemos que essas contribuições serão em ideias, palavras, trabalho, aporte de recursos humanos e materiais e acima de tudo de exemplos de boa convivência, de amor e de fraternidade.
Tal o resultado que o espírita estudioso e participante de obras beneméritas quais a campanha do quilo deve esforçar-se por alcançar.
União, respeito, entendimento, amizade cristã.
Que Jesus estenda sua bênção sobre todos nós, trabalhadores humílimos da sua grandiosa seara.
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
DICA DO QUILO V - Atitudes
A principal finalidade da campanha do quilo é divulgar o Evangelho com base na exemplificação. Quando dizemos Evangelho estamos nos referindo principalmente aos preceitos morais do Cristo; Humildade, Caridade, Amor ao Próximo, Perdão das ofensas, Tolerância, Paciência, Desprendimento dos bens terrenos....
E a maior parte da divulgação desses valores imortais e preciosos é a ação. Quando dizemos ação queremos abranger a atitude, as obras do bem, mas também a ação de falar no Bem de emitir pensamentos bons, cristãos. Referimo-nos também à emissão de ondas espirituais baseadas nos Bons Sentimentos
Tudo isso constitui a principal tarefa do legionário da campanha do quilo. Assim, ao abordarmos as pessoas quer estejam em casa, no trabalho ou passando nas ruas, a nossa atitude será invariavelmente benevolente, amiga, respeitosa. Palavras fraternas, sem exageros. Alíás, nas normas da campanha, pode-se observar orientações do tipo: “...ao abordar as pessoas fazê-lo com um leve sorriso.” Ou seja, necessário ser afável com um sorriso, mas essa atitude será discreta, leve.
Por isso, se alguém nos abordar com palavras desagradáveis, a nossa atitude será de benevolência, por palavras, gestos, pensamentos e sentimentos. Durante a campanha não é hora de discutir os erros dos outros e sim de exemplificar a Humildade e o Perdão. Isso vale também para os momentos em que formos agredidos com palavras ríspidas, humilhantes e agressivas. A atitude será “... retirar-se serenamente em oração, com o pensamento voltado para Jesus”.
Elias Sobreira recomenda que ao recebermos agressões verbais ou de qualquer outra espécie além de manter a calma, fazer como Jesus ensinou: pagar o mal com o bem. Se possível anotaremos o endereço da pessoa agressora e faremos preces por elas, pois certamente se trata de irmãos que merecem nossa piedade, são obsidiados. Os espíritos trabalhadores do bem dizem que não basta desculpar e esquecer as ofensas: é preciso uma atitude ativa – ao receber ofensas devolver o bem, com o espírito limpo de ressentimentos, com o único intuito de perdoar realmente, do fundo do coração.
Nada de querer converter as pessoas à nossa crença. Se tentarem nos convencer que a Doutrina Espírita está errada, agradecer os argumentos com palavras breves; alguns contraditores do Espiritismo podem, inclusive ser bem intencionados, mas evitar debates, afinal temos muitas casas a visitar, o trabalho da campanha não pode ser prejudicado por conversas improdutivas. Adiante nos esperam oportunidades de aprendizagem e de prática do Bem.
Antes de corrigir os outros, vamos fazer um exercício mental: indagar de nós próprios se não merecemos a crítica que dirigimos aos outros. E se for o caso de correção, se estivermos seguros que o conselho que transmitirmos se baseia na nossa exemplificação, corrijamos com indulgência, benevolência e discrição.
Durante a campanha, porém, a nossa correção será muito preponderantemente, expressa em atitudes e não em palavras.
sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
DICA DO QUILO IV - Movimentação nas ruas
Nos momentos iniciais das atividades de rua, o dirigente distribuirá os participantes pela área a ser visitada. Dependendo do número de legionários deverá contar com coordenadores que terão o papel de orientar, tirar dúvidas e supervisionar o trabalho.
Tanto o dirigente, quanto os coordenadores deverão participar dos peditórios, mas deverão estar atentos à sua função que é mais geral, ligada à coordenação de um grupo de pessoas. Os coordenadores deverão privilegiar a ação de acompanhar, orientar, prestar apoio aos legionários, corrigi-los com brandura. Logicamente deverão pedir, mas não descuidará da tarefa de acompanhar, observar e apoiar.
Observará se todos estão com os sacos nas costas e as mochilas nas mãos, realizando o trabalho conforme as normas e orientações da campanha do quilo.
Se houver legionários novatos, terá o cuidado de mostrar como se deve dirigir às residências e às pessoas. O novato, antes de mais nada, observará os mais experientes em ação, após essa observação inicial é que deverá começar a abordagem às casas e às pessoas.
Não somente os dirigentes, mas também os coordenadores de equipes deverão procurar fazer parte dos estudos e eventos para dirigentes da campanha do quilo a serem executados sob o patrocínio da Fraternidade da Campanha do Quilo. Afinal, eles, efetuam trabalhos de direção e além disso são, em regra, substitutos naturais do dirigente.
Observará a movimentação do grupo, prestando especial atenção naqueles que se atrasarem e naqueles outros que imprimirem maior velocidade, cuidando para que ninguém se perca pelas ruas.
Os coordenadores alocarão os legionários conforme as ruas, praças e prédios a serem visitados. Nas áreas residencias onde haja mais casas do que prédios, recomendamos distribuir em equipes de 6 ou 8 pessoas sendo que 3 ou 4 pedirão em cada lado da rua. Quando uma das equipes encerrar os trabalhos de um lado da rua, deverão atravessá-la para ajudar os companheiros que ainda não encerraram o peditório na rua considerada.
Observará a movimentação do grupo, prestando especial atenção naqueles que se atrasarem e naqueles outros que imprimirem maior velocidade, cuidando para que ninguém se perca pelas ruas.
Os coordenadores alocarão os legionários conforme as ruas, praças e prédios a serem visitados. Nas áreas residencias onde haja mais casas do que prédios, recomendamos distribuir em equipes de 6 ou 8 pessoas sendo que 3 ou 4 pedirão em cada lado da rua. Quando uma das equipes encerrar os trabalhos de um lado da rua, deverão atravessá-la para ajudar os companheiros que ainda não encerraram o peditório na rua considerada.
Prédios acessíveis à campanha do quilo, devem ser visitados por mais de um legionário, conforme o número de apartamentos.
Caso haja casas fechadas, ao chegar-se à porta, bate-se duas vezes, espaçada e moderadamente. Caso não seja atendido, mantendo sempre o pensamento voltado para Jesus, passar para outra casa e assim por diante. Em outras palavras, todas as casas, lojas, apartamentos, que forem encontrados pelo caminho devem ser abordados. Até mesmo os pedestres serão abordados. Em todos os casos, os modos e tons do legionário serão cordiais, benevolentes e amigos.
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
DICA DO QUILO III - Reunião preparatória
Antes de sair às ruas, o dirigente da campanha colherá as assinaturas dos trabalhadores em um formulário com duas vias (esse formulário é padrão e distribuído em talões pela Fraternidade Espírita da Campanha do Quilo, aos grupos de campanhas adesas).
Neste formulário constam campos para inserção dos dados referentes à realização da campanha do quilo como o nome da Creche ou do Lar de Idosos beneficiado, quantidade de gêneros expressa em quilogramas e quantidade de dinheiro arrecadado. Haverá também campos, ao lado da assinatura dos participantes, específicos para anotação dos números dos crachás que cada um portará durante o trabalho.
Digna de nota é a necessidade de o dirigente permanecer atento ao controle dos crachás. Esses crachás são identificadores da campanha autorizada a realizar o trabalho pela Fraternidade do Quilo. O dirigente terá o cuidado de guardar em lugar seguro os crachás, manter controle sobre todos eles, conferindo vez por outra a sequência numérica dos mesmos. Alertará os participantes para devolvê-los ao final da campanha. Esclarecerá que nenhum legionário poderá levar o crachá para casa porque essa atitude é contrária às orientações da Fraternidade do Quilo e fragilizam a vigilância da sobre a reglaridade dos trabalhos realizados em sua jurisdição.
Serão preenchidos os campos referentes à identificação da instituição beneficiária e à assinatura dos participantes, apenas as quantidades arrecadadas, a assinatura do dirigente da campanha e do representante da instituição beneficiada serão apostas ao final da campanha.
Se houver mensagens espíritas, estas deverão ser divididas entre os legionários para distribuição ao público.
Ao selecionar as mensagens os dirigentes de campanha darão prioridade, nesta ordem, àquelas que constem o nome e o endereço das instituições beneficiadas, que constem o nome e endereço da instituição patrocinadora e finalmente às demais mensagens.
Ao final da preparação e antes da saída às ruas, será proferida uma prece.
sexta-feira, 9 de dezembro de 2011
Um natal com amor
25 são as badaladas!
Anunciando a sua chegada.
É dia de alegria!
Nasceu o Messias.
Pingos de prata
Caem em todo lugar.
É Jesus!
Reluzindo nosso olhar.
Louvemos ao senhor
Que viveu um poema de dor!
Sejamos sinceros, fraternos
Façamos um natal com amor.
Um espírito amigo
sábado, 3 de dezembro de 2011
Porcelanas chinesas
Realizávamos habitualmente aos sábados, pela manhã, a campanha do quilo; a título de preparação, líamos trecho de O Evangelho Segundo o Espiritismo e das normas da campanha. Esta atividade ocorria regularmente na sede da Casa dos Humildes em Recife.
Contávamos com a participação de uns quatro ou cinco voluntários, dentre os quais o Sr. Elias Sobreira, que à época do relato que vou apresentar, tinha pouco menos de setenta anos, eu com dezessete anos e outros amigos que compareciam eventualmente.
O Sr. Sobreira normalmente dirigia os trabalhos; para prevenir uma eventual falta em decorrência de instabilidades em sua saúde e orientar eventual substituto, mantinha sobre a mesa de reuniões um roteiro da parte preparatória, que era mais ou menos assim:
02 min prece inicial
03 min leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo
10 min comentário do trecho lido
03 min leitura dos Dez Mandamentos, Normas ou Benefícios da Campanha do Quilo
10 min de comentário
02 min prece para saída ao campo.
Além disso, Sr. Sobreira recomendava que, no caso de sua ausência, qualquer um de nós poderia dirigir a reunião.
Particularmente me sentia preocupado, tenso, com a possibilidade de dirigir uma reunião que vinha sendo conduzida por um grande representante do Espiritismo, um quase que iluminado.
No fundo desejava que nosso orientador nunca adoecesse, assim não passaria pela contingência de ter que dirigir a campanha do quilo.
Um belo dia, cheguei uns vinte minutos antes do início da preparação. Encontrava-se no local uma senhora pertencente a elevada classe econômica. Nosso dirigente ainda não havia chegado. Entabulei um diálogo com a nova colaboradora. A conversa enveredou por comentários acerca da enchente que havia assolado Recife no ano de 1975. Vários bairros de Recife sofreram severas perdas. As águas dos Rios Capibaribe e Beberibe que cortam a capital pernambucana, receberam volumes de água muitas vezes superiores às capacidades de suas calhas. Muitas casas foram invadidas pelas águas que atingiram a altura de até dois metros. Muitos perderam todos os seus pertences, móveis, roupas, eletrodomésticos.... Nem pobres nem ricos foram poupados.
A senhora apresentava-se chorosa com as perdas decorrentes da invasão de sua rica residência pela fúria das águas. Relacionava os bens que perdera; tapetes, móveis caros, roupas, etc. Queixava-se com ênfase da destruição de suas porcelanas.... chinesas, que representavam um valor especial para ela. Ao referir-se às porcelanas, a voz ganhava uma entonação dramática. Reclamava, reclamava. Enquanto ela falava, eu consultava o relógio. Pontualidade era uma das exigências da campanha do quilo, como ensinava o Senhor Sobreira.
Enfim o relógio indicava 08h00min, solicitei à vítima da perda das porcelanas chinesas que interrompesse os comentários para iniciarmos a preparação para a campanha do quilo.
Após a prece, como de costume, abrimos aleatoriamente o Evangelho Segundo o Espiritismo e “caiu” no Capítulo XVI item 9 – “A verdadeira propriedade”. Tivemos a honra de ser brindados com a mensagem do eminente espírito Pascal, matemático e filósofo francês.
Além de sábia e bela, a mensagem foi surpreendentemente oportuna. Era uma réplica admirável às queixas da matrona injuriada.
O texto, a um só tempo curto e imensamente significativo, entre outras considerações, ensina:
“O homem só possui em plena propriedade aquilo que lhe é dado levar deste mundo. Do que encontra ao chegar e deixa ao partir goza ele enquanto aqui permanece. Forçado, porém, que é a abandonar tudo isso, não tem das suas riquezas a posse real, mas, simplesmente, o usufruto. Que é então o que ele possui? Nada do que é de uso do corpo; tudo o que é de uso da alma: a inteligência, os conhecimentos, as qualidades morais. Isso o que ele traz e leva consigo, o que ninguém lhe pode arrebatar, o que lhe será de muito mais utilidade no outro mundo do que neste. Depende dele ser mais rico ao partir do que ao chegar, visto como, do que tiver adquirido em bem, resultará a sua posição futura. Quando alguém vai a um país distante, constitui a sua bagagem de objetos utilizáveis nesse país; não se preocupa com os que ali lhe seriam inúteis. Procedei do mesmo modo com relação à vida futura; aprovisionai-vos de tudo o de que lá vos possais servir." (O Evangelho Segundo o Espiritismo – Federação Espírita Brasileira – Tradução de Guillon Ribeiro)
Quantas lições poderiam ser deduzidas desse episódio! Como duvidar da presença de seres invisíveis que nos assistem e interferem nas nossas vidas? Que espíritos superiores dedicados à educação espiritual dos homens influenciaram a escolha da mensagem?
A campanha do quilo conta com a assistência dos benfeitores espirituais, a participação na reunião preparatória da campanha é essencial para que possamos desempenhar um trabalho com energia suficiente para portarmo-nos de acordo com as lições do Cristo. É na leitura e meditação do Evangelho que haurimos capacidade de ter paciência, tolerar, amar e perdoar.
Ao ouvir a mensagem, a nossa amiga não mais se queixou das perdas. Realizamos a campanha sem falar sobre o assunto. A lição tocou o coração.
Isoláquio Mustafa Filho
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
DICA DO QUILO - II - Reunião preparatória
No artigo anterior, DICA DO QUILO, discorri sobre a reunião preparatória da Campanha do Quilo e sobre o respectivo roteiro prescrito por Elias Sobreira. Agora vou enfatizar a importância da reunião preparatória e alertar algumas instituições espíritas para o risco de perda de especialidade do tema "preparação para a Campanha do Quilo".
Certos grupos têm adotado o critério de fundir a reunião preparatória da Campanha do Quilo a reuniões público-doutrinárias espíritas. Tais reuniões doutrinárias que, para os propósitos gerais do Espiritismo, são de elevado valor, não possuem a objetividade, as instruções específicas para as pessoas que participarão das atividades de pedir para os necessitados em plena praça pública.
A Campanha do Quilo requer uma reunião específica como preparação. Nesses reuniões tratar-se-á de temas predominantemente morais, dos ensinos de Jesus que enfoquem a questão comportamental. Tratar-se-á também das melhores atitudes dos trabalhadores da campanha do quilo. Alertar-se-á para atitudes inadequadas, instruir-se-á os novatos e os veteranos com base nos Dez Mandamentos da Campanha do Quilo, nos Benefícios e nas normas da Campanha.
Os legionários, terão oportunidade, diferentemente das reuniões doutrinárias, de fazerem comentários breves sobre o Evangelho Segundo o Espiritismo e sobre os textos da campanha do quilo mencionados no parágrafo anterior.
Nesses instantes que precedem as atividades nas ruas, os espíritos orientadores da campanha inspiram os participantes no momento em que estejam usando a palavra e expõem conceitos adequados ao esclarecimento dos participantes.
Recomendações de elevado teor filosófico-moral, muitas vezes, são e transmitidas por pessoas, algumas vezes, de poucas letras. É tocante observar homens, mulheres, jovens, senhoras e senhores de todas as classes sociais expressarem os mais puros conceitos cristãos.
Sente-se um ambiente psíquico confortador. As baterias espirituais recarregam. Os amigos espirituais aportam fluidos específicos para que o trabalho seja desenvolvido com êxito, fundamentado nos princípios do Amor, da Humildade, da Paciência, do Perdão.
Concluímos que não se deve suprimir, nem mesmo fundir a reunião preparatório com outra reunião doutrinária que ocorra no mesmo instante, em outras dependências da instituição.
Por outro lado, entende-se porque é dever número um do legionário comparecer pontualmente aos trabalhos da campanha.
Aqueles que comparecem sistematicamente atrasados correm maiores riscos de reagirem de maneira destoante dos ensinos cristãos em situações difíceis e delicadas.
domingo, 20 de novembro de 2011
A lógica da Campanha do Quilo
Todo efeito inteligente tem uma causa inteligente. À inteligência criadora do Universo chamamos Deus.
Deus é o pai de todos. Todos somos irmãos sem distinção de raça, de sexo, de nacionalidade de religião de nível intelectual ou moral.
Deus é misericordioso. Ama todos os seus filhos imensamente. Deseja que nós também nos amemos uns aos outros.
Definição do Bem consiste nos ensinamentos:
"Amai a Deus sobre todas as coisas. Amai o próximo como a vós mesmos."
Fazei ao tudo o que desejais que o próximo vos faça.
Não façais ao próximo o que não desejais que vos seja feito.
Axioma: Somente o Bem elimina o mal. O mal deve ser combatido com o Bem.
Deus é o pai de todos. Todos somos irmãos sem distinção de raça, de sexo, de nacionalidade de religião de nível intelectual ou moral.
Deus é misericordioso. Ama todos os seus filhos imensamente. Deseja que nós também nos amemos uns aos outros.
Definição do Bem consiste nos ensinamentos:
"Amai a Deus sobre todas as coisas. Amai o próximo como a vós mesmos."
Fazei ao tudo o que desejais que o próximo vos faça.
Não façais ao próximo o que não desejais que vos seja feito.
Axioma: Somente o Bem elimina o mal. O mal deve ser combatido com o Bem.
domingo, 13 de novembro de 2011
DICA DO QUILO
Realizar a campanha do quilo equivale a sair às ruas com um saco ás costas e uma mochila na mão pedindo alimentos e dinheiro para lares de idosos e creches.
Os trabalhadores da campanha do quilo reunimo-nos em centros espíritas, em geral, aos sábados e domingos das 8h00 às 8h30 para fazermos uma reunião preparatória, consistente de leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo, respectivo e breve comentário, das normas e mandamentos da campanha do quilo, e breves comentários. Nessa reunião, os dirigentes instruem os participantes sobre a melhor maneira de portarem-se às ruas, como abordar as pessoas, como falar, como agir diante de insultos, etc
A propósito, Elias Sobreira, nosso orientador, instrui,a respeito de como abordar os lares:
"a) o legionário ao bater palmas, deve fazê-lo moderadamente, para não assutar quem esteja lendo ou distraído;
b) ao ser recebido, falar em tom moderado, com clareza, sem afetação, olhando a pessoa a quem se dirige, deixando aparecer um leve sorriso, dizer: "bom dia, somos da Campanha do Quilo, em nome de Jesus, estamos pedindo um auxílio para o ..... (abrigo de velhinhas ou orfanato tal)";
c) atendido ou não SEM MUDAR O SEMBLANTE, desejar a paz do Senhor, lembrando que no próximo mês voltará; se estiver distribuindo mensagens, deve oferecê-las, mas sem insistir;
d) deve apresentar o cartão de identificarção, quando solicitado, agradecendo a exigência pois pode ser uma prova de zelo da parte do interlocutor; aproveitar esta oportunidade para mostar o verso do referido cartão, onde se acham relacionados os nomes e endereços dos abrigos e orfanatos mantidos pela Campanha do Quilo."
Mais adiante, no livro O Bom Combate, Sobreira, sob influência do mentor Bezerra de Meneses, escreveu:
OS DEZ MANDAMENTOS DA CAMPANHA DO QUILO.
......
4º - Elevar, no mesmo instante o pensamento a Deus por quem o ofender;
5º - Não se magoar quando receber qualquer ofensa;
.....
Parecem muito semelhantes ás instruções de Mahatma Gandhi sobre não violência, ahimsa.
Após a preparação, saímos às ruas e pedimos a todos os que encontramos, abordamos todas as pessoas batemos em todas as casas, em todos os apartamentos acessíveis.
Se não formos atendidos ou mesmo se formos mal tratados, na próxima campanha, insistimos no pedido, pacificamente.
Se os prédios ou a casa de difícil acesso, guarnecidas por vigilantes ou se conseguirmos comunicação apenas com jardineiros e empregados, dirigimos o apelo no sentido de que eles consultem seus empregadores e também no sentido de eles colaborarem para a campanha com suas possibilidades.
Mesmo sabendo que os habitantes de prédios e residências de mais difícil acesso proíbem a presença dos legionários, no mês seguinte, voltamos a lançar o apelo de cooperação, discretamente, com humildade, em nome de Deus, apelando sempre para a colaboração dos trabalhadores desses residências.
Aliás relembre-se as sábias palavras do provérbio popular: "água mole em pedra dura tanto bate até que fura."
E, com adaptações, podemos parodiar Antonio Vieira:
"Onde houver vinte modos de negar haverá vinte um de pedir, sempre que o pleito for justo".
Com o tempo, vamos encontrar moradores e até mesmo síndicos de edifícios, que são nossos amigos, colegas de trabalho ou familiares; e se persistirmos, obteremos autorização para entar nos prédios e pedir à porta dos apartamentos e de casas de pessoas ricas.
Assim, estaremos cumprindo o preceito do Cristo: Ide e pregai o evangelho a todas as criaturas.
No nosso caso, a pregação é fundamentalmente, por meio da ação de amor ao próximo.
Os trabalhadores da campanha do quilo reunimo-nos em centros espíritas, em geral, aos sábados e domingos das 8h00 às 8h30 para fazermos uma reunião preparatória, consistente de leitura de O Evangelho Segundo o Espiritismo, respectivo e breve comentário, das normas e mandamentos da campanha do quilo, e breves comentários. Nessa reunião, os dirigentes instruem os participantes sobre a melhor maneira de portarem-se às ruas, como abordar as pessoas, como falar, como agir diante de insultos, etc
A propósito, Elias Sobreira, nosso orientador, instrui,a respeito de como abordar os lares:
"a) o legionário ao bater palmas, deve fazê-lo moderadamente, para não assutar quem esteja lendo ou distraído;
b) ao ser recebido, falar em tom moderado, com clareza, sem afetação, olhando a pessoa a quem se dirige, deixando aparecer um leve sorriso, dizer: "bom dia, somos da Campanha do Quilo, em nome de Jesus, estamos pedindo um auxílio para o ..... (abrigo de velhinhas ou orfanato tal)";
c) atendido ou não SEM MUDAR O SEMBLANTE, desejar a paz do Senhor, lembrando que no próximo mês voltará; se estiver distribuindo mensagens, deve oferecê-las, mas sem insistir;
d) deve apresentar o cartão de identificarção, quando solicitado, agradecendo a exigência pois pode ser uma prova de zelo da parte do interlocutor; aproveitar esta oportunidade para mostar o verso do referido cartão, onde se acham relacionados os nomes e endereços dos abrigos e orfanatos mantidos pela Campanha do Quilo."
Mais adiante, no livro O Bom Combate, Sobreira, sob influência do mentor Bezerra de Meneses, escreveu:
OS DEZ MANDAMENTOS DA CAMPANHA DO QUILO.
......
4º - Elevar, no mesmo instante o pensamento a Deus por quem o ofender;
5º - Não se magoar quando receber qualquer ofensa;
.....
Parecem muito semelhantes ás instruções de Mahatma Gandhi sobre não violência, ahimsa.
Após a preparação, saímos às ruas e pedimos a todos os que encontramos, abordamos todas as pessoas batemos em todas as casas, em todos os apartamentos acessíveis.
Se não formos atendidos ou mesmo se formos mal tratados, na próxima campanha, insistimos no pedido, pacificamente.
Se os prédios ou a casa de difícil acesso, guarnecidas por vigilantes ou se conseguirmos comunicação apenas com jardineiros e empregados, dirigimos o apelo no sentido de que eles consultem seus empregadores e também no sentido de eles colaborarem para a campanha com suas possibilidades.
Mesmo sabendo que os habitantes de prédios e residências de mais difícil acesso proíbem a presença dos legionários, no mês seguinte, voltamos a lançar o apelo de cooperação, discretamente, com humildade, em nome de Deus, apelando sempre para a colaboração dos trabalhadores desses residências.
Aliás relembre-se as sábias palavras do provérbio popular: "água mole em pedra dura tanto bate até que fura."
E, com adaptações, podemos parodiar Antonio Vieira:
"Onde houver vinte modos de negar haverá vinte um de pedir, sempre que o pleito for justo".
Com o tempo, vamos encontrar moradores e até mesmo síndicos de edifícios, que são nossos amigos, colegas de trabalho ou familiares; e se persistirmos, obteremos autorização para entar nos prédios e pedir à porta dos apartamentos e de casas de pessoas ricas.
Assim, estaremos cumprindo o preceito do Cristo: Ide e pregai o evangelho a todas as criaturas.
No nosso caso, a pregação é fundamentalmente, por meio da ação de amor ao próximo.
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Quando a pessoa dorme há a possibilidade de haver algum espirito que tome conta do corpo, resultando, assim, numa incorporação? Neste caso lembrei-me também dos casos de possessão.
Em verdade, nós designamos "incorporação" o fenômeno que deveria ser mais adequadamente chamado de "psicofonia". Regra geral, não é necessário o espírito "entrar" no corpo do médium para que haja a comunicação psicofônica.
A alma do médium se projeta um pouco para fora do corpo, adquire maior lucidez espiritual, em alguns casos perde a consciência normal. Nesse estado, que nós chamamos "transe", fica mais sujeito às influências espirituais. O espírito comunicante age sobre o perispírito do médium; este, por sua vez, transmite a mensagem por meio do próprio corpo, atuando por intermédio do cérebro e dos nervos; aciona as cordas vocais e, assim, transmite a mensagem.
O sono é uma espécie de transe. Nesta condição, a alma fica mais sujeita às influências espirituais. Em alguns casos, a alma de quem dorme não se afasta muito do corpo; projeta-se um pouco para fora do organismo material e pode receber influências espirituais com mais facilidade do que quem está acordado.
É por isso que se recomenda fazer preces antes de dormir. Quem eleva o pensamento a Deus antes de se entregar ao sono atrai as influências dos bons espíritos e tende a ter sonos mais tranquilos. Quem não cultiva bons pensamentos ou possui débitos do passado e do presente ou se mantém indiferente à moral, ao bem, permanece mais frágil e pode receber influências dos espíritos perturbadores. Muitas vezes essa é a causa dos pesadelos.
As pessoas que cultivam o bem no dia a dia, que procuram educar-se nos ensinos cristãos, que fazem a campanha do quilo ou que praticam a beneficência, a caridade atraem os bons espíritos, dormem melhor e, dessa forma conquistam, gradativamente, o equilíbrio emocional e um prazer interior, espiritual muito melhor, muito superior aos prazeres materiais.
A alma do médium se projeta um pouco para fora do corpo, adquire maior lucidez espiritual, em alguns casos perde a consciência normal. Nesse estado, que nós chamamos "transe", fica mais sujeito às influências espirituais. O espírito comunicante age sobre o perispírito do médium; este, por sua vez, transmite a mensagem por meio do próprio corpo, atuando por intermédio do cérebro e dos nervos; aciona as cordas vocais e, assim, transmite a mensagem.
O sono é uma espécie de transe. Nesta condição, a alma fica mais sujeita às influências espirituais. Em alguns casos, a alma de quem dorme não se afasta muito do corpo; projeta-se um pouco para fora do organismo material e pode receber influências espirituais com mais facilidade do que quem está acordado.
É por isso que se recomenda fazer preces antes de dormir. Quem eleva o pensamento a Deus antes de se entregar ao sono atrai as influências dos bons espíritos e tende a ter sonos mais tranquilos. Quem não cultiva bons pensamentos ou possui débitos do passado e do presente ou se mantém indiferente à moral, ao bem, permanece mais frágil e pode receber influências dos espíritos perturbadores. Muitas vezes essa é a causa dos pesadelos.
As pessoas que cultivam o bem no dia a dia, que procuram educar-se nos ensinos cristãos, que fazem a campanha do quilo ou que praticam a beneficência, a caridade atraem os bons espíritos, dormem melhor e, dessa forma conquistam, gradativamente, o equilíbrio emocional e um prazer interior, espiritual muito melhor, muito superior aos prazeres materiais.
domingo, 6 de novembro de 2011
OS VERDADEIROS PROFETAS E A CAMPANHA DO QUILO
Jesus alertou-nos: Guardai-vos dos falsos profetas que vêm ter convosco cobertos de peles de ovelha e que por dentro são lobos rapaces. – Conhecê-los-eis pelos seus frutos.
Em primeiro lugar, reflitamos sobre Deus, o Criador, incriado, Causa primária de todas as coisas, Legislador, Juiz, Engenheiro, Arquiteto do Universo. Detentor de todas as virtudes em grau supremo e infinito. A Ele devemos tudo, a vida, a morada terrestre, a evolução....o ser.
Conhecer e praticar Sua Lei eis o dever, o caminho para a felicidade imorredoura.
Jesus, seu enviado, modelo de comportamento, espírito puro por excelência. O maior conhecedor do Pai Eterno. Sua mensagem reflete com a máxima fidelidade Deus e sua Lei. Transmitiu sua mensagem ora clara ora em linguagem figurada e indecifrável ao longo de séculos. A humanidade ainda não estava suficientemente preparada para entender certos meandros do pensamento divino.
Allan Kardec, apóstolo de Jesus, cuja missão foi esclarecer pontos obscuros e aparentemente contraditórios da doutrina cristã, veio lançar as bases religiosas da civilização do futuro. Ciência, Razão e Religião harmonizam-se, reconciliam-se. O progresso moral e religioso recebeu potentíssima aliada: a Ciência.
Jesus e Kardec são as bases da sabedoria, da filosofia da campanha do quilo.
O tarefeiro da campanha do quilo possui grave dever: estudar e meditar os Evangelhos à luz do Espiritismo. Estudar o Espiritismo em seu aspecto teórico e prático. Ler, meditar, participar de trabalhos práticos, experimentais, mediúnicos. Isso é desejável, porque o Espiritismo fornece base preciosa para a melhoria moral e espiritual. É bem verdade, por outro lado, que para fazer a campanha do quilo não é obrigatório a condição de espírita, a crença no Espiritismo.
O que é necessário é a consciência da moral cristã, a vontade e o compromisso em praticá-la.
O que é necessário é a consciência da moral cristã, a vontade e o compromisso em praticá-la.
O mandamento da campanha do quilo: Perdoar a todo momento qualquer ofensa é possível, mas envolver o pensamento e o coração, aos finais de semana, na campanha e todos os dias no Evangelho e na obra kardequiana é um excelente recurso para a prática do perdão e do amor ao próximo.
Para frente companheiros. O Espiritismo está aí para nos livrar de muitos engodos, de muitos sofismas, de erros fantasiados de verdades.
Jesus e Kardec, base para nossas especulações filosóficas, para nossa orientação moral, para o fortalecimento nas provas da existência.
Jesus e Kardec, base para nossas especulações filosóficas, para nossa orientação moral, para o fortalecimento nas provas da existência.
Cooperação em instituição adesa à campanha do quilo
O Instituto Allan Kardec e Lar Ceci Costa considera bem vindas doações de carne e pães para consumo diário das crianças amparadas por aquela instituição.
Quem desejar contribuir poderá entrar em contato com Rosa, por intermédio dos fones:
92174303 - claro/32427514.
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Núcleo Espírita Mensageiros da Luz
Núcleo Espírita Mensageiros da Luz, é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, integrada ao movimento da Campanha do Quilo, que desenvolve um trabalho voluntário com mais de 180 crianças na faixa etária de 2 até 16 anos, localizada em Botafogo - Itapissuma-PE. A instituição tem como objetivo dar noções de educação e cidadania, através de conceitos morais e intelectuais, incluindo, também, atividades com artesanato.
As crianças produzem bolsas, com embalagens de papel para computador. A diretoria declarou que necessita dessas embalagens para atender a demanda. Quem desejar colaborar pode entrar em contato com Inês Torres pelo e-mail inestorres@nassau.com.br. lembre-se que reciclar significa cooperar para melhoria da educação das crianças e para redução dos impactos ambientais.
O Mensageiros da Luz representa, também excelente oportunidade para realização de diversos serviços benerentes. Por exemplo quem desejar fazer palestra sobre o aborto à luz do Espiritismo, poderá também contactar com Inês por meio do e-mail acima.
Vejam o momento da prece:
Palavras da diretoria: "Antecipadamente agradecemos a sua boa vontade em ajudar ao próximo principalmente quando é mais carente."
Artesanato com garrafas pet.
Arte final
Muito bonito.
As crianças produzem bolsas, com embalagens de papel para computador. A diretoria declarou que necessita dessas embalagens para atender a demanda. Quem desejar colaborar pode entrar em contato com Inês Torres pelo e-mail inestorres@nassau.com.br. lembre-se que reciclar significa cooperar para melhoria da educação das crianças e para redução dos impactos ambientais.
O Mensageiros da Luz representa, também excelente oportunidade para realização de diversos serviços benerentes. Por exemplo quem desejar fazer palestra sobre o aborto à luz do Espiritismo, poderá também contactar com Inês por meio do e-mail acima.
Vejam o momento da prece:
Palavras da diretoria: "Antecipadamente agradecemos a sua boa vontade em ajudar ao próximo principalmente quando é mais carente."
Artesanato com garrafas pet.
Arte final
Muito bonito.
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
MENSAGEM DE IRMÃ SCHEILLA SOBRE A CAMPANHA DO QUILO
Aos Queridos Irmãos Cafelmistas , em comemoração ao aniversário de Allan Kardec, enviamos essa linda mensagem da nossa Querida Irmã Scheilla sobre a Campanha do Quilo.
AOS CARAVANEIROS DA CAMPANHA DO QUILO
Meus queridos irmãos,que a paz do Divino Mestre esteja em todos os corações!
Obreiros do bem, que Jesus abençoe os seus propósitos e fortaleça cada vez mais os seus ânimos e que nada os faça afastar dessa tarefa maravilhosa.
Imagino ser difícil aos companheiros avaliarem o bem que proporcionam a si próprios e aos visitados na intimidade de seus lares. È indescretível traduzir o quanto recebem os nossos irmãos em vibrações superiores de fortalecimento e de coragem, como resultado dessa atividade caritativa.
A Seara do Senhor é imensa, queridos irmãos, e no trabalho que estão a realizar, configura-se o ensejo e oportunidades benditas de aprimoramento dos seus espíritos tão sequioso de redenção consciente. O labor da Campanha do Quilo faculta inclinar as criaturas ainda adormecidas para importantes conquistas espirituais. Os recursos auferidos materialmente são computados, todavia, conta-se mais o trabalho espiritual realizado.Um fato deveras interessante ocorre durante a trajetória dos companheiros em trânsito pelas ruas da cidade, qual seja , a vibração do grupo contamina os irmaozinhos menos favorecidos, predispondo-os à nova atitude mental. Nessas andanças,ofertamos a palavra de carinho, de conforto; em contrapartida, recebemos, os medicamentos, os agasalhos, os calçados, os alimaentos para transferirmos para os desafortunados da Terra.
Mas acima de tudo, sentimos como mais importante a própria realização da tarefa, oprtunidade bendita de crescimento espiritual. Compreendemos não ser fácil , receberem em seus rostos, uma negativa, uma porta que se fecha, porém, por inexcedível pulsão espiritual, para cada uma que se fecha dez portas se abrem. Alertamos aos incipientes da tarefa afastarem qualquer temor e buscarem a confiança no poder divino, pos tal disposição interior gera confiançã sem conta. Creiam, penetrantes raios de luz emanam de seus corações, formando verdadeiros feixes luminosos que incidem em doce magia para o interior dos seus lares abandonados.
È trnsferência do amor, queridos irmãos...È que jamais os companheiros desconsiderem a troca de vibrações amorosas, suscetíveis de avivarem a chama da lídima fraternidade!
Para frente , caravaneiros do amor!
Para frente , seareiros de Jesus!
E, nessa hora, filhos queridos do meu coração, recursos do mais alto, em forma de bálsamo, lenitivo e reconforto, caem sobre TODOS OS PRESENTES,encarnados e desencarnados, infundindo muita paz, alegria, dando a todos o bem estar que reconforta e revigora. Todos se beneficiam neste momento e elevemos a Jesus nossa prece de gratidão. A ele, que tem nos dispensado infinita ternura e extrema paciência diante de nossas manifestações de incertezas, digamos assim:
Amado Mestre Jesus!
Obrigado Senhor por tudo o que nos tem proporcionado e pelo que nos dá nesta hora.
Que os nossos irmãozinhos encarnados, Senhor, possam sentir a grandeza desse momento.
Que jamais venham a desfalecer na hora do testemunho e serviço cristão, não ficando à margem do caminho, Senhor!
Que possam enfrentar todas as dificuldades, buscando disposição íntima, para ofertarem muito de si mesmos a esta terefa de Amor.
Obrigado Senhor!!!
Recebam queridos irmãos, nesta oprtunidade, o meu abraço amigo e que permaneçamos sempre unidos no ideal do CRISTO!
Mensagem retirada do movimento da Fraternidade- Ditada pelo Espírito Scheilla pela psicografia da médium Eliaci Soares_ FEB Editora.
sábado, 1 de outubro de 2011
Reestruturação da Fraternidade Espírita da Campanha do Quilo
Amigos, hoje iniciaremos uma série de artigos sobre a reestruturação da Fraternidade do Quilo. Trata-se de uma ação estratégica, que já vem sendo discutida há alguns meses no âmbito da diretoria da instituição. Inicialmente foram convidados legionários do quilo para responderem a seguinte questão:
"Se você fosse dirigente da Fraternidade da Campanha do Quilo, o que você faria?"
Realizamos um seminário de onde foram definidas as seguintes ações estratégicas:
"Se você fosse dirigente da Fraternidade da Campanha do Quilo, o que você faria?"
Realizamos um seminário de onde foram definidas as seguintes ações estratégicas:
PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO
2011 -2012
Objetivo1 – Divulgar mais e melhor
Responsáveis: Assessoria de Comunicação da Fraternidade do Quilo (Diogo Veloso)
Objetivo2 - Promover programa de capacitação para Dirigentes de Campanha do Quilo
Responsáveis: Paulo Carthagenes e Lusinete Lopes
Objetivo3 - Fortalecer a gestão da Fraternidade: executiva e regionais
Responsáveis: Luzinete e Isolaquio
Objetivo4 - Publicar Livros sobre a Campanha do Quilo
Responsáveis: (aconfirmar)
Objetivo6 – Convocar os Jovens para Campanha do Quilo (Dia do Jovem Legionário-2012)
Responsáveis: Regionais
Objetivo7 – Realizar o Dia do Bom Combate
Responsáveis: Erick, Cícero e Andreilson
Objetivo5 - Administrar melhor as informações da campanha do quilo(estatísticas)
Responsáveis: Rosimeres e Ricardo Ferreira
domingo, 18 de setembro de 2011
COMO FAZER A CAMPANHA DO QUILO.
A campanha do quilo é uma atividade cuja principal finalidade é educar. Educar no sentido espiritual, como Kardec a definiu em “O Livro dos Espíritos”. Educar no sentido de reduzir ou mesmo erradicar o egoísmo individual e coletivo.
Um das contribuições da campanha do quilo para a educação coletiva consiste no enfraquecimento do egoísmo. Quantas vezes nos deparamos com pessoas que não colaboram com os necessitados, fundamentadas em ideias sistemáticas. Entendem que não é correto ajudar. E, muitas vezes não estão dispostas a ouvir argumentos no sentido do amor e da beneficência.
Se não fosse a filosofia da campanha do quilo: “água mole em pedra dura tanto bate até que fura” nós desistiríamos de pedir a certas pessoas, ou em certas residências.
Lembro-me que, há alguns anos atrás, fazíamos campanha com Elias Sobreira. Ele sempre dirigia os trabalhos. Na época como hoje, por recomendação da Fraternidade da Campanha do Quilo realizávamos a reunião preparatória da campanha durante meia hora, em horário padrão: 8h00 às 8h30. Depois saíamos às ruas para “mendigar” uma ajuda para a Casa dos Humildes1.Essa mendicância acontecia até ás 11h00 quando retornávamos à Casa dos Humildes para contagem do dinheiro, estimação do peso dos gêneros, preenchimento da ata e prece de encerramento.
Durante a reunião preparatória, Sobreira fazia várias recomendações, dentre elas a que se deve pedir a todas as pessoas, mesmo aquelas que sabemos que não colaboram um dia; dizia Sobreira que a alma delas será tocada com a fraternidade e eles acabarão por ajudar. Não temamos os desaforos, as ofensas, quando alguém nos ofender, elevemos o pensamento a Jesus e nos afastemos em prece.
Nas ruas, nos dirigíamos muitas vezes à feira de frutas, verduras e cereais, que se localiza no bairro de Casa Amarela em Recife.
Havia um cidadão, que vendia tubérculos na feira – inhame, macaxeira (aipim, ou mandioca). Quando nos aproximávamos do cidadão, lançávamos o apelo: “Em nome de Deus, uma ajuda para as velhinhas internas na Casa dos Humildes”. Ao que ele respondia: “Não colaboro, isso é tarefa do governo”. Eu, sem contestar, saía de mansinho, fazendo uma prece a Jesus em favor do irmão, conforme ensinam as normas da campanha do quilo.
Na época fazíamos a campanha todos os sábados.
No sábado seguinte, abordava o cidadão. A resposta era invariável:“Não colaboro, isso é tarefa do governo”.
O pedido e a resposta permaneceram os mesmos durante anos a fio. Eu porém, não desistia. Sabia apenas que meu dever era pedir para as velhinhas a todas as pessoas, independentemente da classe social, da opinião religiosa ou política, das aparências, das raças, das nacionalidades. A caridade é atitude universalista.
Um belo dia, o rapaz me disse, hoje eu vou dar, mas só por hoje, nem pense que mudei de ideia. Colaborou, com alguns quilos de inhame e de macaxeira.
Nas semanas seguintes deixou de colaborar, mas o trabalho de romper a barreira do equívoco, foi realizada; demandou anos para se completar. Mas o que são alguns anos em face do tempo que a alma demanda para evoluir?
Concluímos desta experiência que em nome da humildade devemos pedir a todos sem nos agastarmos com as negativas.
Concluímos desta experiência que em nome da humildade devemos pedir a todos sem nos agastarmos com as negativas.
1Casa dos Humildes – instituição fundada por Elias Sobreira. Relembre-se que Elias Sobreira foi fundador da campanha do quilo no Brasil e fundador da Fraternidade Espírita da Campanha do Quilo.
domingo, 11 de setembro de 2011
Campanha, legionário, Bom Combate.
A designação do nosso movimento, "Campanha do Quilo", do trabalhador "legionário" e do primeiro livro sobre o tema de que tratamos neste blog, "O Bom Combate" sofreu referências restritivas por parte de alguns companheiros.
Lembram que campanha significa ação de guerra, legionário, soldado das legiões romanas e bom combate, também lembra, batalha, guerra.
Parece contraditório que uma atividade genuinamente pacífica, fundamentada no princípio do Amor ao Próximo, possa ter alguma semelhança com conflito.
Aliás, vinhamos desejando propor alterações nessas palavras. Refletindo melhor sobre o assunto, entretanto, nos veio o pensamento de que a campanha do quilo é uma ação concentrada no Bem.
Os legionários do quilo ao saírem de porta em porta pedindo uma ajuda em favor das creches e lares de idosos estão realizando um trabalho de combate; combate ao próprio orgulho.
Estão convocados a enviarem pensamentos de paz, elevarem o pensamento a Deus, mesmo em favor de quem os ofenda. Trazem a recomendação de distribuírem mensagens espíritas nos lares, nos bares, onde quer que haja seres humanos, nos prostíbulos, nos antros de criminalidade, etc. Assim, estão realizando, com o arsenal do amor e da humildade, o combate à viciação e às pesadas trevas que dominam boa parte da humanidade terrestre.
Esse percepção de que a campanha do quilo é um combate ao mal, a começar pelo mal que reside temporariamente em nossos corações, nos leva a concluir que a campanha deve ser realizada com disciplina.
Disciplina no vestir, no falar, no pensar, no sentir. Disciplina aplicada primeiro a nós próprios e quando aplicada aos companheiros, será uma disciplina amorosa. Sim, porque segundo o iniciador da campanha do quilo, Elias Sobreira, não há disciplina sem amor. É necessário atender à pontualidade e à assiduidade.
Nessa atividade de combate às trevas é preciso pedir a todos, aos ricos, aos pobres e até aos mendigos.
É preciso penetrar em todos os ambientes, nas casas, nos mocambos, nos palácios, nos prédios de apartamentos, nos clubes. Bem verdade que não vamos romper as normas das moradias sem modos. Mas é preciso comparar o legionário do quilo como a água: onde houver uma fresta, o legionário penetra.
Isto porque devemos levar a mensagem do Cristo exemplificada a todos.
Lembram que campanha significa ação de guerra, legionário, soldado das legiões romanas e bom combate, também lembra, batalha, guerra.
Parece contraditório que uma atividade genuinamente pacífica, fundamentada no princípio do Amor ao Próximo, possa ter alguma semelhança com conflito.
Aliás, vinhamos desejando propor alterações nessas palavras. Refletindo melhor sobre o assunto, entretanto, nos veio o pensamento de que a campanha do quilo é uma ação concentrada no Bem.
Os legionários do quilo ao saírem de porta em porta pedindo uma ajuda em favor das creches e lares de idosos estão realizando um trabalho de combate; combate ao próprio orgulho.
Estão convocados a enviarem pensamentos de paz, elevarem o pensamento a Deus, mesmo em favor de quem os ofenda. Trazem a recomendação de distribuírem mensagens espíritas nos lares, nos bares, onde quer que haja seres humanos, nos prostíbulos, nos antros de criminalidade, etc. Assim, estão realizando, com o arsenal do amor e da humildade, o combate à viciação e às pesadas trevas que dominam boa parte da humanidade terrestre.
Esse percepção de que a campanha do quilo é um combate ao mal, a começar pelo mal que reside temporariamente em nossos corações, nos leva a concluir que a campanha deve ser realizada com disciplina.
Disciplina no vestir, no falar, no pensar, no sentir. Disciplina aplicada primeiro a nós próprios e quando aplicada aos companheiros, será uma disciplina amorosa. Sim, porque segundo o iniciador da campanha do quilo, Elias Sobreira, não há disciplina sem amor. É necessário atender à pontualidade e à assiduidade.
Nessa atividade de combate às trevas é preciso pedir a todos, aos ricos, aos pobres e até aos mendigos.
É preciso penetrar em todos os ambientes, nas casas, nos mocambos, nos palácios, nos prédios de apartamentos, nos clubes. Bem verdade que não vamos romper as normas das moradias sem modos. Mas é preciso comparar o legionário do quilo como a água: onde houver uma fresta, o legionário penetra.
Isto porque devemos levar a mensagem do Cristo exemplificada a todos.
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